sábado, 13 de agosto de 2016


Certo, se fosse outro seriado sobre política e jogos de poder, não fariam diferença na minha vida. Bem, mesmo não sendo um seriado como outro qualquer, não faz diferença de qualquer forma. Contudo, estou bem empolgada.

O Protagonista falou comigo nos primeiros minutos do primeiro episódio! Já ganhou minha total atenção, como ele mesmo disse para Zoe Barnes, aquela pentelha que eu já admiro pela coragem e esperteza!

Não é um seriado de ação, mas o ritmo deixa os nervos à flor da pele. E Kevin Spacey está simplesmente demais neste papel! Eu não entendo nada dessas tramóias políticas e tê-lo explicando cada passo foi simplesmente genial! Bem mais divertido quando parece que fazemos parte do que ser uma simples telespectadora tendo que entender e acompanhar tudo sozinha.

Francis parece ser frio e calculista. A esposa parece ser igual, mas tem seus lances de consciência. Como se ela soubesse que é importante se importar. Ele parece simplesmente não pensar nisso, focando no que é importante: poder.


"Ninguém pode ouvi-lo. Ninguém se importa com você. Isto não vai dar em nada.” – Olhar vazio, rosto inexpressivo.


Lucy Wings

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Tentativa um... fail!

Só porque eu resolvi escrever meus sonhos, agora não consigo lembrar deles ou são confusos demais para explicar em palavras.

Resolvi escrever sonhos, o dia-a-dia, sei lá... qualquer coisa para ver se desbloqueio isso em mim. Estava assistindo o Thiago Novaes e a sugestão dele foi escrever pequenas estórias, tipo "uma menina subiu a escada, então ela viu uma luz..." e tals. Vou tentar isso também.

Mas estou realmente chateada de não conseguir lembrar os sonhos de forma que eu consiga descrevê-los. Acho que vou tentar descrever bem pelo menos uma cena/imagem que eu consiga lembrar.

Bom, isso aqui vai ser meu diário de superficialidades. Escreverei para mim e por mim.

Lucy Wings

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Primeiro dia de aula!!!


Eu ainda não falei da faculdade!

No primeiro dia de aula, acordei me sentindo o Nemo (já assistiram "Procurando Nemo"?). Foi muito interessante. Acordei às 5:30hs, fui caminhar com meu irmão e a namorada dele. Quando voltamos, eu fui me arrumar pra aula e eles prepararam o café. Nos reunimos na sala, perto da cama da mamãe e tomamos café juntos. Foi tão divertido!

Eu peguei o ônibus às 7:58hs (no meu relógio, que é adiantado uns 3 ou 4 minutos) e cheguei na parada do IESB às 8:12hs. É, eu marquei todos os horários para ter uma noção do meu horário limite de sair de casa! (^_^)

Chegando lá, passei pela entrada e fui até as catracas. Depois que passei por elas, tinham pessoas (ouvi comentários de que eram professores, mas eu não sei ao certo) entregando um embrulho vermelho com um etiqueta onde estava escrita uma receita que não era exatamente de bolo, mas sim, do sucesso. Eu não abri naquele momento.

Fui para a sala e todos estavam calados. Quietinhos. O professor estava falando algo que eu não ouvi porque foi bem baixinho. Mas, era algo sobre a sala e a quantidade de alunos. Sei que foi chegando gente, mais gente... e encheu tanto a sala que alguns alunos ficaram com as cadeiras ao lado do professor. No decorrer da aula, o professor de história do jornalismo falou um pouco sobre a política do governo FHC, que foi aquele que abriu as portas do ensino superior, por assim dizer. E daí surgiram outros pontos. Na segunda parte da aula (sim, é uma matéria apenas por dia!), ele levantou a questão da importância do diploma para ser jornalista, falando do questionamento judicial sobre a inconstitucionalidade dessa exigência. Alguns alunos expressaram suas opiniões sobre isso. Se é ou não necessário o diploma para ser jornalista.

Essa parte foi muuuito legal!!! Eu falei bastante e até tremi um pouco. Mas consegui dizer o que eu queria sem vacilar (pelo menos, eu acho que ninguém percebeu que eu estava nervosa). (risos)

Bom, na hora do intervalo foi surpreendente. Distribuíram latinhas de coca-cola com saquinhos de pipoca para todos. Eu achei aquilo tão legal! Eu já havia gostado da recepção na entrada, entregando os embrulhinhos! Depois disso, eu pensei que a faculdade está tentando, realmente, nos fazer sentir bem por lá. E, por enquanto, têm conseguido. Não é a coca-cola com a pipoca, ou o bolinho dentro do embrulho vermelho, foi o gesto. Fazer qualquer coisa que chame nossa atenção, que nos faça lembrar do primeiro dia de aula.

Quem sabe, nos próximos anos, eles nos recebam com ovos de páscoa adiantados e façam uma recepção de todos os alunos juntos num pátio grande que tenham construído até lá, com uma banda que toque durante uma hora, entre 11 e 12hs (é gente, não podemos abusar, afinal, faculdade é pra estudar).

Por mim, foi ótimo, afinal, não sou muito chegada em shows e baladas. Se eu pudesse escolher, eu pediria uma banda tocando MPB, como som ambiente, e que tivessem mesas por ali para o pessoal sentar e conversar. Afinal, eu não acredito que desconhecidos indo ao primeiro dia de aula conseguiriam se conhecer melhor com uma banda de rock tocando altíssimo. Agora, se for uma música ambiente... ahhh, falando em música ambiente!!

Eu, simplesmente, A-M-E-I ouvir a música "A Estrada" (Cidade Negra) quando cheguei! Foi... foi... o detalhe mais importante!!! \o/ Alguém, com certeza, pode não entender o porquê mas, basta saber que é uma das músicas que eu escolheria para compor a trilha sonora da minha vida. (^_^)

Enfim, o primeiro dia de aula foi assim!
Agora, o resto da semana foi ainda melhor! Eu já falo com todo mundo! Quero dizer, ontem ou hoje (não lembro exatamente), por exemplo, eu levantei os braços e chamei a atenção de todos na sala pra avisar que eu criei uma comunidade pra nossa turma no orkut e pedi a todos que entrassem pra ficar por dentro dos acontecimentos do curso, da turma e tudo o mais. E eu nem tremi!!!

Hoje, passei duas folhas para que escrevessem os e-mails e, agora, eu criarei um e-mail geral pra turma. Assim ficará mais fácil dos professores nos escreverem. (^_^)

Gente, eu estou radiante!!! Espero que isso dure até o fim do curso. Não quero perder esse brilho de felicidade! Nem perder o ânimo. Não quero, um dia, chegar séria na faculdade. Fiquei pensando nisso hoje. Eu sempre chego bem humorada, falando com todos. Estou com tanto medo de chegar algum dia lá de mau humor, sem saco pra me socializar... sei lá. Eu não sei se consigo manter esse ritmo feliz até o fim. Claro que não conseguirei, mas eu espero poder administrar a minha fase de vales. (-_-) Aiaiai, que Deus me ajude!!!

Lucy Wings

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Escritores da Liberdade



Tenho falado muito sobre filmes nestas últimas publicações, mas compreendam: estou de férias. É filme direto por aqui. Ainda mais que meu irmão e sua namorada vieram nos visitar e ficarão até o fim do mês. Então, não tenho lido muito. Estamos assistindo muitos filmes, jogando vários jogos que ele comprou para levar e nos divertindo juntos. Tem sido bastante saudável para minha mente essa socialização.

Mas, sim, o filme.

"Freedom Writers", estrelando Hilary Swank (isso mesmo, a mocinha do "P.S.: Eu te amo"). Estou gostando dos filmes que ela tem participado. E esse é baseado em fatos reais. A Hilary interpreta uma professora que vai para uma escola na qual os estudantes são membros de gangues, têm inúmeros problemas na ciade e na escola por causa de tensão racial. Ela faz de tudo para conseguir quebrar esse clima na sala e acaba conseguindo, através de várias ações, uma mudança no comportamento dos alunos que direcionam eles para outros horizontes, além da violência e falta de oportunidades do lugar aonde vivem.

Há um site em inglês da "
Fundação dos Escritores da Liberdade" onde você encontra informações sobre eles, o livro, a professora e todo o projeto. É muito interessante!

A história é parecida com "Sociedade dos Poetas Mortos", só que essa é uma História. Muito mais empolgante saber que pessoas, na vida real, conseguiram mudar suas vidas que pareciam ser um beco sem saída. É um filme interessante pelos valores que ele aborda e emocionante pelas situações pelas quais as personagens precisam passar para amadurecerem suas visões de mundo. Sair de problemas tão maiores do que os que estamos acostumados a ver no dia-a-dia e alcançarem a felicidade através do esforço, da coragem, da foça de vontade... é muito bom ver que isso tudo não é utopia.

Deus não dá um fardo maior que os ombros. Eu creio que todos conseguimos suportar e vencer os desafios, se realmente quisermos lutar. Mas, parece que alguns nascem com um espírito de lutador. Aquele que não desiste. Outros... bem, não possuem uma força de vontade permanente. Ela vem e vai conforme o humor. Parece que foram treinadas para fugir dos problemas pois não foram ensinadas a analisar, achar uma solução e pô-la em prática.

Durante o filme, falam de Anne Frank e toda aquela situação do holocausto. Chegam a mencionar, rapidamente, um livro que chama-se... algo do tipo "a vida dele é um caminho sem saída", mais ou menos isso. Que fala de um garoto que fazia parte de uma gangue. Não falam muito sobre esse livro. Fizeram uma abordagem maior sobre o holocausto trazendo até os sobreviventes para falar com os estudantes. Miep Gies, a senhora que escondeu a família da Anne e quase morreu por isso apareceu no filme e falou do dia 4 de agosto, o dia em que descobriram o esconderijo. Muito legal!

A vida destes estudantes mudou. E a vida da professora também. No momento em que ajudamos alguém a dar um passo tão importante, aquele que te leva para a liberdade, você sente que mudou. Porque aprendeu algo com essa pessoa. Ensinou algo. Há sempre uma troca, mesmo que não notemos. A melhor sensação do mundo, para mim, é saber que ajudamos alguém. Quando vemos que fizemos algo que proporcionou felicidade.

Como "Ao mestre, com carinho" 1 e 2, Patch Adams, Sociedade dos Poetas Mortos, P.S.: Eu te amo... todos eles falam de amor e obstinação. Pessoas que quiseram mudar o mundo e conseguiram. Simplesmente porque não desistiram. Tantas pessoas desistem da vida sem que alguém lhes diga que eles podem fazer mais. Podem ser mais, melhores. Por vezes, basta uma atenção a mais, um voto de confiança, uma demonstração de que se acredita no potencial de alguém... e ela consegue. Outras vezes, é preciso mais do que isso. É preciso caminhar com ela até que ela aprenda a andar. Não basta ensinar pela metade. Em algum momento, ela cairá. O processo precisa ser completo. Mas... num mundo tão acelerado, não se tem mais tempo ou paciência para isso.

E como bem ensina o filme "A volta do Todo-Poderoso", Deus não nos dá paciência ou amor. Ele nos dá oportunidades de sermos pacientes e amorosos. Porque não se injeta paciência, tolerância, perseverança em alguém. São todos desenvolvidos com o hábito. Com a escolha de ser assim e a prática constante destas atitudes. É preciso haver exemplos disso pois o ser humano é no outro. E também é necessário um pouco de boa vontade, depois de escolher qual o caminho a seguir. Porque não é fácil. Ninguém disse que seria. Mas a gente sabe que as consequências das boas ações valem a pena o sacrifício. Eu sei que o processo é doloroso. E é preciso que seja assim. Senão, não daremos o devido valor às conquistas.

Sangue, suor e lágrimas. Não são agradáveis, mas edificam. Continuo pedindo a Deus por oportunidades. Falta-me apenas...


Lucy Wings

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Conheça os Robinsons



A Walt Disney Pictures, como sempre, lançando maravilhosas animações, engraçadas e educativas. Misturando drama e comédia, "A Família do Futuro", como foi traduzido o título "Meet the Robinsons", é altamente emocionante. Fala de um garoto órfão que, aos 12 anos, resolve inventar uma máquina capaz de fazê-lo lembrar-se do rosto de sua mãe, a fim de que possa procurá-la e, enfim, ter uma família, já que suas entrevistas até agora não lhe deram qualquer esperança de ser adotado.

Otimismo, esperança, força de vontade, obstinação, coragem... palavras muito bonitas que devem ser preservadas em nossas atitudes, incentivadas e colocadas em prática hoje, não amanhã. É clichê dizer que o futuro se faz hoje, mas é verdade. O passado... bem, esse não tem como ser mudado. Resta-nos, então, trabalharmos por um futuro melhor (opa, outro clichê).

Nota: é triste saber que tantos clichês são verdades comprovadas que ninguém mais dá valor por terem sido usadas demais e, agora, existem essencialmente nas idéias utópicas de pessoas que ainda têm esperança.

Esperança sempre. E humildade. É o que mais precisamos cuidar para não perder, pois somos frágeis demais e estas são o principais alvos em nossas vidas. Keep moving forward. Seguir em frente. Deixar de lado o passado. Isso é tão difícil, mas é o melhor que podemos fazer. Se liberarmos espaço em nossas mentes e corações para o que há de vir, com certeza aproveitaremos melhor as novidades, sem preocupações, sem medo de decepções, sem qualquer coisa que possa atrapalhar nossa diversão rumo ao desconhecido e inesperado.

No post sobre "P.S.: Eu te amo" eu aprendi tanto sobre superações, mudança de comportamento, enxergar além de si mesmo e tudo o mais que eu escrevi. E agora este novo filme vem me ensinar que o passado não serve para nada além de ocupar espaço na memória. Que o futuro ainda não está determinado e será aquilo que quisermos, se agirmos de acordo com nas nossas aspirações. "Let it go" diz a canção que tornou-se tema da estória. Significa "deixe ir", "esqueça tudo isso", "deixe para lá".

A música fala dos pequenos momentos que vivemos. A vida é feita deles. Cada minuto é importante. São os minutos que compõem todas as horas que você respira, que você vive.

É tão fácil falar.
Difícil valorizar, agir como se realmente não houvesse amanhã (e não há, só o hoje é que, efetivamente, existe pelo simples fato de que é o único no qual sempre estamos fisicamente, de onde não podemos sair - ainda - e durante o qual podemos agir).
Difícil é viver cada minuto sabendo disso.
Fácil é emocionar-se com essa música e pensar "ele está certo".
Difícil é encarar a realidade desprovida de trilha sonora (que, particularmente, me motiva) e viver essa realidade encantada dos filmes...

...filmes que não nos mostrar o processo passo a passo. Eles apenas nos jogam os conflitos, mostram pequenas cenas das melhores atitudes a pôr em prática, põem uma música emocionante ao fundo e, em poucos minutos, a personagem já está na parte de solução do conflito. O mais interessante é que os finais dos filmes (dos norte-americanos) dão sempre a ideia de que, daquele ponto em diante, a pessoa mudou. Que ela nunca mais errará naquele ponto aprendido em duas horas de vida... digo, de filme.

Gostaria que minha vida fosse um filme. Eu teria uma trilha sonora linda e emocionante (algumas feitas por cantores e/ou bandas e outras, por orquestras), aprenderia com os meus erros e nunca mais os repetiria. O passado seria esquecido e eu começaria vida nova a partir do desfecho da trama, com uma paisagem cheia de árvores carregadas de frutos brilhantes, pássaros vistos de baixo, voando com o sol ao fundo, quem sabe uma casa com a minha família na varanda, todos, também, tendo aprendido com seus erros, assumindo suas falhas e todos, a partir daquele momento, transformando-se em pessoas melhores.

Nunca mais teríamos os mesmos problemas. Porque, para mim, o chato é a repetição das falhas. Isso me irrita. Sempre as mesmas discussões, sempre os mesmos erros. Ninguém assume nada. Nem eu. Mas, sabe como é... ser humano é uma decepção constante, afinal, não há um justo sequer e... opa, saí demais do assunto.

De qualquer forma, "A família do futuro" é uma ótima animação para ser assistida. De todas que eu já vi, foi uma das que mais me emocionou. Eu diria que está no topo, entre as três primeiras preferidas. "Ratatouille" entra na lista das melhores também, mas outro dia dedicarei um post para ele.

Bem, acompanhem comigo a música tema clicando aqui: Little Wonders .


Lucy Wings

Little Wonders (Rob Thomas)



Música tema do longa-metragem animado
"Meet The Robinsons" ("A Família do Futuro")
Composição: Rob Thomas

Let it go,
Let it roll right off your shoulder
Don’t you know
The hardest part is over
Let it in,
Let your clarity define you
In the end
We will only just remember how it feels

Our lives are made
In these small hours
These little wonders,
These twists and turns of fate
Time falls away,
But these small hours,
These small hours still remain

Let it slide,
Let your troubles fall behind you
Let it shine
Until you feel it all around you
And i don’t mind
If it’s me you need to turn to
We’ll get by,
It’s the heart that really matters in the end

Our lives are made
In these small hours
These little wonders,
These twists and turns of fate
Time falls away,
But these small hours,
These small hours still remain

All of my regret
Will wash away some how
But i can not forget
The way i feel right now

In these small hours
These little wonders
These twists and turns of fate
These twists and turns of fate
Time falls away but these small hours
These small hours, still remain,
Still remain

These little wonders
These twists and turns of fate
Time falls away
But these small hours
These little wonders still remain


sábado, 26 de janeiro de 2008

P.S.: Eu te amo

...

Talvez eu diga algo que acabe estragando o encanto do filme, então, se você não assistiu, pare de ler agora.

Não parou? Então, tá. Vamos lá.


Eu achava que era mais um daqueles filmes românticos com enredo manjado. Estava enganada. É um filme... emocionante. No sentido puro da palavra. Daqueles que levam às lágrimas qualquer pessoa que o assista (até os mais durões estarão, no mínimo, com os olhos marejados).


Mostra o processo de superação (de frustrações, perdas, descaminhos). Fala do amor puro, que muda você completamente. A vida passa a ser vista com olhos totalmente transformados pela ação desse amor. Faz com que a frase "eu, realmente, SOU feliz" saia com uma naturalidade tão contagiante que você se vê desejando viver, nem que seja por um momento, essa felicidade.


Eu sempre fico impressionada com os filmes. Sou uma eterna criança que busca nos filmes respostas e exemplos de resoluções para os problemas da vida. É como se os personagens fossem meus amigos e me mostrassem como eles superaram (e eu não preciso contar minha história, expondo-me tão intimamente, para ninguém). Presto atenção em cada detalhe. Trago para a minha vida toda e qualquer lição, mínima que seja, tentando melhorar cada detalhe. Sempre busco o melhor do melhor. E, durante o filme, não consegui parar de pensar em todas as coisas que aconteceram. Refletia a cada cena sobre os assuntos abordados.


A frustração. O espírito medíocre. A falta de objetividade. A descoberta de tantos segredos já conhecidos por todos, alardeados como "queima de estoque", mas que não conseguimos ver a menos que seja indiretamente mostrado. Como num filme. Mulher é complicada, realmente.


Após algumas cenas iniciais, comecei a chorar e só parei quando estávamos para entrar no segundo filme (é, foram dois filmes seguidos). Eu sei o que tenho feito e sei que não tem sido bom. Se fosse, eu não estaria... como estou.


A perda do grande amor é uma dor que eu creio não ser capaz de superar. A mocinha do filme conseguiu, não sei como. As brigas no início do filme me ensinaram que sempre haverá contratempos, discordâncias. Mas, tudo isso é tão pequeno diante do prazer de ter ao seu lado alguém capaz de mover céus e terras, mesmo depois da morte, para te ver feliz e realizada. E alguém por quem você é capaz de fazer qualquer sacrifício, mesmo que seja... quase impossível.


A consideração que ele teve com ela é algo que deveria existir em todos os relacionamentos. Se assim fosse, o divórcio, hoje, seria lenda. O amor que transforma, que não vai embora não importa o que aconteça.


Inclusive, gosto muito dessa expressão em inglês: "no matter what" ("não importa o que", literalmente).


O amor que te ensina a superar as frustrações da forma mais eficiente: fazendo você passar por elas. Mas, não te abandona. Ele(a) fica ao seu lado para passar por tudo isso contigo, te ajudando a superá-las. E não te abandona, mesmo que distante, até que você esteja preparada, caso seja preciso seguir adiante sem ele(a).


Ele(a) sabe que você não tem a menor ideia do que quer, mas fica ali para te oferecer o melhor que pode. É aquele(a) que diz "sim' e "não" quando deve dizer. Não poupa você da dor porque sabe que, quando ele(a) se for, você não será poupada dela em momento algum. E pior, ele(a) não estará lá para te dar o suporte necessário. Você terá que passar por tudo sozinha. Não haverá misericórdia dos seres humanos.


Enfim, é o que se dedica. Doa a si mesmo. Ele(a) sabe o que quer e por isso não desiste de você, mesmo quando você mesma está a ponto de desistir de si mesma. Nas horas em que você crê que cairá, ele(a) segura sua mão e não permite a queda. Ou, melhor, consegue te fortalecer de tal maneira que você mesma continua forte e de pé.


É o amor que te faz querer ser o melhor do melhor, mesmo quando essa transformação machuca. Como a espada que diria, se pudesse, que o fogo é quente demais para si, o ferreiro diria que ela é capaz de suportar e continuaria forjando-a até que estivesse pronta para a batalha. No fim, ela é melhor do que antes. E ele orgulha-se da evolução.


Ok, estou começando a dar exemplos esquisitos. Então, antes que eu me esqueça, não é apenas esse amor presente no filme. Há a relação com a mãe, irmã e amigas. Estão todas juntas. Algumas, no mesmo barco. Outras, em outro barco, mas lado a lado. Dando apoio. Estando presente. Falando o que precisamos ouvir.


E a mãe... ah, ela perdeu o amor da vida dela também. Superou sozinha porque não pôde depender de alguém para apoiá-la. Entende a dor da filha e sabe que agora, ambas estão no mesmo barco (mesmo que os detalhes da perda sejam diferentes, no fim, estão sozinhas de qualquer jeito). E é tão importante enxergar além do próprio umbigo. Aquela mulher que não mostra a falta que o marido faz. Não demonstra sinal de fraqueza, saudade ou qualquer outro sentimento que se refira à perda sofrida. Não se pode julgar um livro pela capa. Nem se pode definir o grau de sofrimento de alguém apenas observando. É preciso fazer parte. Envolver-se. Principalmente por ser, relativamente, fácil camuflar os sentimentos. Embora um olhar mais aguçado enxergue os fatos além das aparências. É preciso ir a fundo para entender as razões.


Enfim, a vida é uma caixinha de surpresas. Frustrações vêm e vão e não há nada que possamos fazer para impedi-las de acontecer em nossas vidas. Faz parte. É preciso aprender a lidar com elas. Senão, perderemos a esperança e, sem ela, não haverá razão para viver. É preciso manter a fé, a esperança. É preciso continuar vivendo.


Eu analiso demais. Eu julgo demais. Eu exijo demais. Principalmente, de mim mesma. Tenho exigido muito dos outros. Não posso fazer isso. Eu quero ser altruísta, é mais saudável para a mente e para o coração. Não quero fazer agir esperando que façam por mim. Quero fazer por fazer. Ponto. Se não criarmos expectativas, não passaremos por frustrações. Apesar de que a minha vida é uma caixinha de expectativas. Mas, tudo bem. O ser humano é adaptável.


(P.S.: Eu concordo com Armando Nogueira quando ele diz que é melhor ser otimista do que pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofre menos.)

Eu só quero poder aproveitar o tempo que eu tenho para fazer muitas coisas que levem felicidade para as pessoas que eu amo. Eu só espero conseguir ser alguém que... ops, e lá vêm mais expectativas. (-_-)'

Eu não perco a esperança.

Nem a fé.

... nem as lágrimas (que ainda não pararam de rolar. Eita filme marcante!) (^_^)


Lucy Wings

domingo, 20 de janeiro de 2008

Someday We'll Know (Mandy Moore and Jonathan Foreman)




Someday We'll Know
(Mandy Moore e Jonathan Foreman)

[Mandy] Ninety miles outside Chicago
Can’t stop driving I don’t know why
So many questions, I need an answer
Two years later you're still on my mind

[Jonathan] Whatever happened to Amelia Earheart?
Who holds the stars up in the sky?
Is true love just once in a lifetime?

[Both] Did the captain of the Titanic cry?

Chorus:

Oh, Someday we’ll know
[Mandy] If love can move a mountain
[Both] Someday we’ll know
[Jonathan] Why the sky is blue
[Both] Someday we’ll know
Why I wasn’t meant for you...

[Mandy] Does anybody know the way to Atlantis?
[Jonathan] Or what the wind says when she cries?
[Mandy] I’m speeding by the place that I met you

[Both] For the ninety-seventh time...Tonight

Chorus:

Someday we’ll know
[Mandy] If love can move a mountain
[Both] Someday we’ll know
[Jonathan] Why the sky is blue
[Both] Someday we’ll know
Why I wasn’t meant for you...
Yeah, Yeah, Yeah, Yeah

Someday we’ll know
[Jonathan] Why Samson loved Dalilah?
[Both] One day I'll go
[Mandy] Dancing on the moon
[Both] Someday you’ll know
That I was the one for you....

[Both] Open up the world
[Mandy] I bought a ticket to the end of the rainbow
[Jonathan] Watched the stars crash in the sea
[Mandy] If I can ask God just one question
[Both] Why aren’t you here with me tonight?

Chorus:

Oh, Someday we’ll know
[Jonathan] If love can move a mountain
[Both] Someday we’ll know
[Mandy] Why the sky is blue
[Both] Someday we’ll know
Why I wasn’t meant for you...
Yeah, Yeah, Yeah, Yeah

Someday we’ll know
[Jonathan] Why Samson loved Dalilah
[Both] One day I'll go
[Mandy] Dancing on the moon
[Both] Someday you’ll know
That I was the one for you....

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

*Suspiro* (-_-)'


Nunca doeu tanto. Uma imagem.

Do sorriso, do olhar, do afago, do abraço, do beijo.
Nunca queimou tanto. A saudade.
Nunca sangrou tanto. O coração.
Jamais sentiu-se, com tal maturidade, tal agonia.
Jamais foi quisto, com tal discernimento, estar em outro lugar.

Engole-se em seco e almeja-se tantas coisas.

E dói. Machuca. Sangra. Chora. Deseja-se o fim desses verbos.
E olha-se para uma estrada a qual não vê-se fim e sabe-se que não há.
Contempla-se com pesar os espinhos e pedras no caminho que, sabe-se, hão de ferir.
Eternamente. E o que espera-se, numa esperança solitária, é ter um bom calçado que suporte cada passo.

Jamais desejou-se tanto a maturidade.

Nunca imaginou-se chegando à fase adulta.
Acredita-se que ainda não chegou.
Nunca doeu de tal forma, tão distinta, tão definida, tão específica.

Medo.

Nunca se é velho demais para ter medo. E tem-se.
Mas, este, logo morre pois a atenção volta-se para a esperança que pensa em desistir.

Por que gritar? Ninguém entende o desespero que há no coração partido. E não há respostas.

Se ainda recorre-se ao grito, desabafo desesperado e incontrolável da alma, espera-se que ouçam. Entendam. Ajudem. Mas, não há como ajudar se a carência não é conhecida.
Não há como ajudar se não se sabe pedir ajuda. Ou se não quer.

Ah... nunca doeu tanto. Uma música.




Lucy Wings

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Laços (Ties)

...

"Project Direct" foi um desafio lançado aos diretores com algo a dizer, cuja votação foi pelo YouTube. O vencedor é o curta entitulado "Laços (Ties)". Simplesmente, lindo (eu chorei ao ver o final). Uma abordagem maravilhosa para um tema muito comovente. Amei.

Já estou pensando na parte de estudos sobre cinema que vereina faculdade!!! Mal posso esperar!!! \o/

Visitem a página do Projeto no YouTube clicando aqui: Project: Direct .

domingo, 4 de novembro de 2007

Viver é a maior de todas as aventuras


Os dias não são iguais. Nós não somos os mesmos, mudamos a cada segundo que passa. No mínimo, estamos mais velhos. Mas, também, podemos estar mais sábios, mais corajosos, mais fortes, ou estar tudo isso no outro extremo: menos (...).

O importante é saber que cada dia é especial, é um milagre. O ser humano é tão frágil que uma bactéria pode colocar a sua vida em risco. Por causa de um prego enferrujado, você pode ficar sem a perna inteira.

É frio e, quase, sanguinário falar dessa forma, mas quem trabalha na área de saúde sabe do que estou falando. É tão importante agradecer a Deus por estar vivo. E quem não acredita em Deus... (-_-) saiba que o seu dia é importante. Cada momento é único e se você acha que está no fundo do poço por algum problema, olhe para o lado e veja como estão os outros ao seu redor.

Eu sei que muitos diriam: "mas cada um tem o que merece, cada pessoa carrega sua cruz". Eu digo: "agradeça o que tem, corra atrás do que não tem mas, quer ter. Contudo, relaxe."

A vida é uma aventura por si só. Eu gosto de vê-la como uma janela aberta para mil possibilidades que você pode escolher contemplar ou (pular a janela e) viver. Não chore pelo leite derramado, limpe. Não reclame do dinheiro que você gastou para obtê-lo, compre outro e não se estresse. É fácil perder a cabeça com os problemas, desafio mesmo é manter-se bem diante das adversidades. Eu li algo há um tempo atrás que falava, em outras palavras, sobre ser o condutor das suas reações. Não deixar que os outros digam como você irá viver. Mas, não é impedindo que a sua mãe lhe ordene ficar em casa numa noite chuvosa, e sim, que você não fique uma semana remoendo uma mágoa que lhe causaram na escola, no trabalho ou no trânsito.

Você domina sua atitude perante a vida quando 
decide reagir da forma que quer.Se o motoboy te cortou pela direita, você se concentra em se livrar dele, respira fundo e passa o resto do dia: a) remoendo a raiva que sente por ele tê-lo assustado; ou b) agradece a Deus por ter se livrado da moto maluca e ainda conta aos seus amigos a "manobra radical" que você efetuou para conseguir sair ileso da coisa toda. Até mesmo se você for parar no hospital... cara, já tá lascado mesmo, pra que chorar sobre o leite derramado? Agradeça por ainda estar vivo!

Nota: Pode parecer um contentamento com pouco, mas na real, é uma forma de você valorizar o que você ainda conseguiu manter, já que muitas quedas ainda virão e muitas vezes você vai ter de se levantar. Então, não faça de cada queda um drama que é pra não gastar muita energia. Você vai precisar dela para os próximos passos.

Nota da Nota: E não é pessimismo, é ser realista. Eu sei que uma hora ou outra eu vou cair, não sei quando e luto pra não acontecer. Mas é como diz um ditado oriental: espere o melhor, prepare-se para o pior e receba o que vier.

Eu tinha, aproximadamente, dez anos quando um cachorro me mordeu no braço e na parte de trás da coxa, perto do tendão. Ao ver meu braço com aquele buraco (ele não arrancou pedaço, apenas rasgou a pele), eu comecei a chorar e a gritar, desesperada. Pediram-me para ficar calma, eu fiquei... depois de uma meia hora que levamos para chegar ao hospital. Eu sentei no banco da frente do buggy e parei de chorar. Só lagrimava. Até olhei o buraco pra ver como era. Eu simplesmente, desviei o foco para a resolução do problema, não para a dor que ele poderia causar, até porque já havia parado de doer. Você decide ser forte ou fraco, corajoso ou receoso.

Nota: não digo medroso porque medo todos temos, é a presença do medo que faz alguém ser corajoso. Você só pode ser corajoso se vencer o medo. Se não há medo em você, não há coragem. Há, apenas, atitude. Pura e simples.

E decide como quer que a sua história seja escrita. É você. Só você quem escolhe. E mesmo que alguém te influencie, a escolha é sua. Não culpe os outros pelos seus erros porque você teve a oportunidade de escolher outro caminho. Sempre, acreditem, sempre há uma escolha, mesmo quando uma das opções é a morte, ainda assim, é uma escolha. Eu pareço fria e calculista, mas a vida não é meio termo, não passa a mão nas nossas cabeças, não nos ensina do modo mais fácil.

A vida ensina com seus próprios métodos, podemos escolher aprender com ela (pelo modo experimental, apanhando e aprendendo) ou com os que já passaram dessa fase do jogo. Na maior parte das vezes, é importante abstrair... desconsiderar a si mesmo para superar os problemas. É um passo muito grande, mas, qualquer um é capaz, contanto que esteja disposto a encarar as consequências com coragem, honra e obstinação. Principalmente, sabendo que a escolha e a responsabilidade dela são, única e exclusivamente, suas.


Definitivamente, não é fácil.

Lucy Wings

sábado, 3 de novembro de 2007

Filme "1408" (ligeiramente, "spoilered")

!!! 1408 !!!
*bam*

!!! JÁ NOS CINEMAS !!!

Ontem eu fui assistir o filme "1408", baseado num livro de Stephen King. Até que foi legal, exceto pela parte psicológica que pesa pro lado do personagem principal. Mas, problema dele, eu tava tranquila na minha poltrona com um pipocão e um copão de refrigerante (de 1 litro). Gostei da adrenalina. Geralmente, não gosto de filmes nesse estilo, mas eu me diverti. O garoto ao meu lado se assustou duas vezes quando, sem querer, ele tocou a perna na ponta do meu sapato e, algum tempo depois, minha bolsa caiu sobre a perna dele. Os colegas dele riram à bessa.

O filme tem uma quebra de expectativa quando, já quase no fim, eu pensei "ué, isso tudo que ele passou foi..." E pensei "como será que vai acabar, então? Eles são felizes para sempre!?" Qual não foi minha surpresa quando retomaram a narrativa e, aí sim, eu fiquei preocupada com a vida do cara. Não tinha idéia de como ele se livraria da morte. Mas, ok. O final não foi previsível, pelo menos para mim. Mas, tem gente que tá acostumada com as estórias de Stephen King e, aí, deduzem logo.

Foi muito divertido. É o tipo de filme que eu assisto várias vezes (assim como "Tropa de Elite" que eu assisti duas vezes no cinema!). Eu fico angustiada com filmes que tenham coisas psicóticas e de suspense sanguinário, em que há alguém lutando pra ficar vivo. Mas esse eu resisti, até porque gosto muito da atuação do John Cusack e do Samuel Jackson.

O John Cusak é aquele que trabalhou no filme "O Júri" (em inglês: "Runaway Juri"), adaptação do livro de John Grisham. Inclusive, recomendo a leitura de todos os livros deste escritor. Eu gosto do estilo dele de contar a estória, o ritmo é interessante e eu leio sem querer parar. É raro achar livros com tais características, mas conheço escritores anônimos que as possuem. Anyway, esse ator é muito bom.
E o Samuel L. Jackson... bem, acredito que nem preciso falar. Lembram do filme "Corpo Fechado"? É ele mesmo, o arqui-inimigo do "super herói" interpretado pelo Bruce Willis.

*pausa para buscar o link da wikipédia falando sobre o Samuel*

Pronto, "linkado". Engraçado, olhando a lista de prêmios recebida por ele. De todos os filmes ali citados, eu só assisti uns cinso, que eu saiba/lembre (tem filme que a gente assiste algumas cenas, enquanto está mudando de canal pra ver o que tá passando, e acabamos não vendo o título do filmee). Não assisti muitos filmes dele, mas é um ator muito bom também. Não dou ênfases maiores porque não sou fã de nenhum ator, à princípio. Poucos são os atores que eu, realmente, rendo elogios. Mas, enfim, eu acho que é um filme legal de se ver. Não assistiria de novo, mas a experiência valeu a pena.

No início, o ritmo é lento. Apareceu uma garota que eu achei que eles fossem se apaixonar (eu e minha mania de ver romance nos lugares mais inusitados), mas acabou sendo apenas uma referência para que o personagem principal soubesse que melhor mesmo foi um livro que ele escreveu há tempos atrás, no início da carreira, e que tinha um quê de autobiográfico, mas que ele não assume. Depois, temos o desenrolar dos fatos à passos largos, levando o personagem até o quarto amaldiçoado. Eu fui surpreendida pela quantidade de coisas que aconteceram naquele quarto, realmente, eu não esperava tanta adrenalina, mesmo tendo lido "baseado num conto de Stephen King". Eu pensei: "poxa, deve ser emocionante", mas fui surpreendida pelo caráter profundo e confuso de tudo, que, no fim, quase se explicou.

Não gosto de filmes que deixam o telespectador "viajar na maionese", já que o autor deixou "em aberto" as explicações para o que aconteceu. Principalmente, quando o filme envolve o assunto "vida além da morte". Mas, ok, no fim a pessoa fica pensando: "Poutz! Quer dizer que..." e aí, vai divagando sobre as coisas que aconteceram, que ele viu, sentiu e etc. Tipo, cai a ficha de novo e a pessoa entende que o autor quis dizer: "não pode ter sido imaginação do cara, pura e simplesmente".

P.S.: O fim é sinistro. Faz você pensar "Poutz! Foi real!" e o personagem escapou quando decidiu explodir o quarto todo, mas acabou sobrevivendo pra contar a estória. E a gravação no rádio é a prova de que ele passou por tudo aquilo, de verdade. É uma apologia aos acontecimentos sobrenaturais, tentando nos convencer de que coisas assim são vividas pelas pessoas e que, para elas, aconteceu no físico, não apenas na imaginação. Não sei bem o que dizer do desfecho do filme, só sei que eu passei por grandes momentos de tensão por querer muito saber logo como que o rapaz escaparia daquele lugar!!! Mais uma vez: siniiiiiiistro!!!